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As obras da carne

As obras da carne são descritas na Bíblia como ações e comportamentos que são contrários à vontade de Deus e à santidade do Espírito Santo.

O apóstolo Paulo aborda esse tema de forma contundente em sua carta aos Gálatas, listando essas práticas em Gálatas 5:19-21.

As obras da carne representam a natureza pecaminosa do ser humano, que se manifesta em ações e atitudes que distanciam o indivíduo de uma vida espiritual saudável.

O termo “obras da carne” refere-se a atos que surgem da natureza humana não regenerada, ou seja, da nossa inclinação natural ao pecado.

A Bíblia nos alerta sobre os perigos dessas práticas, destacando a necessidade de viver segundo o Espírito para não satisfazermos os desejos da carne.

A luta entre a carne e o Espírito é uma constante na vida do cristão, e compreender essa dinâmica é crucial para uma caminhada de fé.

Este artigo abordará as 16 obras da carne listadas por Paulo, analisando cada uma delas à luz das Escrituras.

O objetivo é proporcionar uma compreensão aprofundada desses pecados e incentivar uma reflexão sobre como evitar essas práticas em nossa vida diária.

Vamos explorar cada obra da carne, suas implicações e como podemos buscar uma vida que agrada a Deus.

1. Imoralidade Sexual

A imoralidade sexual é uma das obras da carne mencionadas por Paulo em Gálatas 5:19.

Este termo abrange uma variedade de comportamentos sexuais que são considerados pecaminosos, incluindo adultério, fornicação, e toda forma de relacionamento sexual fora do casamento.

Na Bíblia, o sexo é visto como uma dádiva de Deus, destinada a ser desfrutada dentro dos limites do matrimônio (Hebreus 13:4).

A prática da imoralidade sexual não apenas fere os princípios divinos, mas também traz consequências negativas para a vida pessoal e espiritual.

Em 1ª Coríntios 6:18-20, Paulo exorta os crentes a fugirem da imoralidade sexual, lembrando que nossos corpos são templos do Espírito Santo. Essa metáfora sublinha a seriedade com que devemos tratar a pureza sexual.

Para combater a imoralidade sexual, é essencial fortalecer a vida espiritual através da oração, do estudo da Bíblia e da comunhão com outros crentes.

O autocontrole, fruto do Espírito Santo, é uma ferramenta poderosa na luta contra esses desejos pecaminosos.

Além disso, é importante buscar ajuda e aconselhamento em situações de tentação, mantendo um compromisso firme com os princípios bíblicos.

2. Impureza

A impureza, mencionada em Gálatas 5:19, refere-se a pensamentos, palavras e ações que são moralmente sujas ou impuras aos olhos de Deus.

Isso inclui não apenas a impureza sexual, mas também qualquer forma de impureza moral e espiritual que corrompe a alma.

Em Efésios 5:3-4, Paulo adverte que nem sequer deve haver menção dessas coisas entre os crentes.

A impureza afeta a nossa relação com Deus, pois Ele é santo e requer que Seus seguidores também sejam santos (1ª Pedro 1:15-16).

Quando permitimos que a impureza entre em nossas vidas, estamos permitindo que o pecado contamine nosso coração e nossa mente, afastando-nos da presença de Deus.

Isso pode se manifestar em hábitos de entretenimento, conversas e até em nossos pensamentos mais íntimos.

Para manter a pureza, é crucial vigiar sobre o que permitimos entrar em nossa mente e coração.

Filipenses 4:8 nos encoraja a pensar nas coisas que são verdadeiras, nobres, justas, puras, amáveis e de boa fama.

Cultivar uma vida de oração e leitura das Escrituras nos ajuda a manter nosso foco em Deus e Seus caminhos, evitando assim a contaminação pela impureza.

3. Libertinagem

Libertinagem é a indulgência excessiva e descontrolada em prazeres sensuais e carnais, caracterizada por uma falta de autocontrole e moralidade.

Em Gálatas 5:19, Paulo lista a libertinagem como uma das obras da carne, alertando sobre os perigos de viver uma vida entregue aos desejos desregrados.

 A libertinagem é frequentemente associada a festas descontroladas, comportamentos sexualmente imorais e outros excessos.

A Bíblia nos chama a viver com sobriedade e autocontrole. Em Tito 2:11-12, somos ensinados que a graça de Deus nos instrui a renunciar à impiedade e às paixões mundanas, vivendo de maneira sensata, justa e piedosa.

A libertinagem contrasta diretamente com essa chamada para a santidade e o domínio próprio.

Para combater a libertinagem, é fundamental cultivar o fruto do Espírito, especialmente o autocontrole (Gálatas 5:22-23).

Manter uma vida disciplinada e buscar o apoio da comunidade de fé pode ajudar a resistir às tentações de indulgências excessivas.

A prática de hábitos saudáveis e a busca constante pela presença de Deus são essenciais para viver uma vida que reflete a santidade que Ele deseja.

4. Idolatria

A idolatria é a adoração de ídolos ou a colocação de qualquer coisa ou pessoa no lugar de Deus.

Em Gálatas 5:20, Paulo destaca a idolatria como uma obra da carne, um pecado que desvia a devoção devida a Deus para objetos ou seres criados.

A idolatria pode ser manifesta através da adoração literal de ídolos, mas também pode se apresentar de forma mais sutil, como a obsessão por dinheiro, poder, ou até mesmo relacionamentos.

A Bíblia é clara em sua condenação à idolatria. Em Êxodo 20:3-5, Deus ordena que não devemos ter outros deuses além d’Ele, nem fazer para nós imagens esculpidas para adoração.

A idolatria é uma traição ao pacto exclusivo que Deus deseja ter com Seu povo, colocando barreiras na comunhão com Ele.

Para evitar a idolatria, é essencial cultivar uma vida centrada em Deus, adorando-O em espírito e em verdade (João 4:24).

Reconhecer e remover qualquer coisa que possa estar tomando o lugar de Deus em nossa vida é crucial.

Através da oração, da meditação na Palavra e da participação na comunidade de fé, podemos manter nosso foco e devoção unicamente em Deus.

5. Feitiçaria

Feitiçaria, mencionada em Gálatas 5:20, envolve práticas de magia e o uso de poderes sobrenaturais para manipular ou controlar eventos e pessoas.

A Bíblia condena firmemente tais práticas, considerando-as abominações que são contrárias à natureza santa de Deus.

Em Deuteronômio 18:10-12, somos advertidos a não praticar feitiçaria ou consultar médiuns e espíritos.

A feitiçaria é perigosa porque se alinha com forças espirituais malignas, desviando as pessoas da dependência de Deus para buscar poder e controle por meios ilícitos.

Em Atos 8:9-24, encontramos a história de Simão, o Mago, que tentou comprar o poder do Espírito Santo, ilustrando a perversidade e a futilidade da feitiçaria diante do verdadeiro poder de Deus.

Para resistir à tentação da feitiçaria, devemos confiar plenamente em Deus e na Sua providência.

Efésios 6:10-18 nos instrui a vestir toda a armadura de Deus para permanecermos firmes contra as ciladas do diabo.

A oração fervorosa e a leitura constante das Escrituras nos mantêm enraizados na verdade e nos protegem das influências malignas.

6. Inimizades

Inimizades, listadas em Gálatas 5:20, referem-se a hostilidades e ódios que surgem entre as pessoas.

Essas atitudes de animosidade e rancor são contrárias ao mandamento de amar ao próximo como a si mesmo (Mateus 22:39).

As inimizades podem se manifestar de várias formas, incluindo conflitos pessoais, preconceitos e até mesmo guerras.

A Bíblia nos chama a viver em paz com todos, tanto quanto possível (Romanos 12:18). Jesus nos ensinou a amar nossos inimigos e a orar por aqueles que nos perseguem (Mateus 5:44).

Esse ensinamento radical desafia nossa natureza humana e nos convida a uma vida de reconciliação e perdão, refletindo o amor de Deus.

Para superar as inimizades, é essencial buscar a reconciliação e o perdão. Efésios 4:31-32 nos exorta a nos livrar de toda amargura, ira e malícia, sendo bondosos e compassivos uns com os outros.

Através do poder do Espírito Santo, podemos cultivar atitudes de amor e compreensão, promovendo a paz e a unidade em nossos relacionamentos.

7. Discórdias

Discórdias, também mencionadas em Gálatas 5:20, referem-se a desacordos e desentendimentos que levam a divisões e conflitos.

Esses desentendimentos podem surgir por diversas razões, incluindo diferenças de opinião, orgulho e falta de comunicação. A discórdia é uma obra da carne que destrói a harmonia e a unidade entre as pessoas.

A Bíblia nos ensina a buscar a unidade e a paz. Em Filipenses 2:2-3, Paulo exorta os crentes a terem o mesmo sentimento, o mesmo amor, e serem unidos em alma e mente, agindo com humildade e considerando os outros superiores a si mesmos.

A humildade e a disposição para ouvir e entender o outro são chaves para evitar e resolver discórdias.

Para evitar discórdias, é importante praticar a comunicação eficaz e o respeito mútuo. Colossenses 3:13-14 nos instrui a suportar e perdoar uns aos outros, revestindo-nos do amor, que é o vínculo da perfeição.

O Espírito Santo nos capacita a viver em harmonia, cultivando a paciência e a gentileza em nossos relacionamentos.

8. Ciúmes

O ciúme, mencionado em Gálatas 5:20, é um sentimento de inveja ou ressentimento em relação aos outros, devido às suas posses, sucesso ou relacionamentos.

Esse sentimento pode levar a atitudes e comportamentos destrutivos, comprometendo a saúde emocional e espiritual de uma pessoa. O ciúme é contrário ao contentamento e à gratidão que Deus deseja para Seus filhos.

A Bíblia nos adverte contra o ciúme e a inveja. Em Provérbios 14:30, lemos que o coração em paz dá vida ao corpo, mas a inveja apodrece os ossos.

Essa metáfora poderosa ilustra os efeitos corrosivos do ciúme na vida de uma pessoa. Em 1ª Coríntios 13:4, Paulo descreve o amor verdadeiro como aquele que não inveja, sublinhando a importância de cultivar o amor altruísta.

Para superar o ciúme, é necessário desenvolver uma atitude de gratidão e contentamento. Filipenses 4:11-13 nos ensina a estar contentes em todas as circunstâncias, confiando que Deus suprirá todas as nossas necessidades.

A oração e a meditação nas promessas de Deus ajudam a alinhar nosso coração com Sua vontade, eliminando sentimentos de ciúme e inveja.

9. Ira

A ira, listada em Gálatas 5:20, refere-se à raiva intensa e incontrolada que pode levar a comportamentos agressivos e destrutivos.

Embora a ira em si não seja sempre pecaminosa, a maneira como a expressamos pode ser prejudicial.

Em Efésios 4:26-27, Paulo nos aconselha a não pecar em nossa ira e a não deixar o sol se pôr sobre nossa ira, para não dar lugar ao diabo.

A Bíblia nos ensina a controlar a ira e a buscar a paz. Tiago 1:19-20 nos instrui a ser rápidos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus.

A mansidão e o domínio próprio são virtudes que o Espírito Santo deseja cultivar em nós, ajudando-nos a responder com graça e paciência em situações difíceis.

Para lidar com a ira de maneira bíblica, é importante praticar a reflexão e a autoconsciência. Salmo 37:8 nos exorta a deixar a ira e abandonar o furor, não nos irritando, pois isso só leva ao mal.

A oração, a meditação nas Escrituras e o aconselhamento podem ser ferramentas úteis para gerenciar a ira e promover a paz interior e exterior.

10. Egoísmo

O egoísmo, mencionado em Gálatas 5:20, refere-se à busca excessiva dos próprios interesses, muitas vezes às custas dos outros.

Essa atitude é contrária ao mandamento bíblico de amar o próximo como a si mesmo (Mateus 22:39).

O egoísmo pode manifestar-se em diversas formas, desde a ganância até a falta de consideração pelos sentimentos e necessidades alheias.

A Bíblia nos chama a viver de forma altruísta, imitando o exemplo de Cristo. Em Filipenses 2:3-4, Paulo nos exorta a nada fazer por contenda ou por vanglória, mas com humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmos.

Devemos cuidar não apenas dos nossos próprios interesses, mas também dos interesses dos outros.

Para combater o egoísmo, é essencial cultivar uma atitude de serviço e generosidade. Gálatas 6:2 nos encoraja a levar as cargas uns dos outros, cumprindo assim a lei de Cristo.

O Espírito Santo nos capacita a viver de maneira altruísta, promovendo o bem-estar dos outros e refletindo o amor de Deus em nossas ações diárias.

11. Dissensões

Dissensões, listadas em Gálatas 5:20, referem-se a desacordos e conflitos que levam à divisão e ao rompimento de relacionamentos.

Essas desavenças podem surgir de diferenças de opinião, falta de comunicação e orgulho. A dissensão é uma obra da carne que destrói a unidade e a harmonia entre os crentes.

A Bíblia nos chama a buscar a unidade e a paz. Em Efésios 4:3, Paulo nos instrui a esforçar-nos para manter a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.

A humildade, a paciência e o amor são essenciais para evitar e resolver dissensões, promovendo a harmonia no corpo de Cristo.

Para superar as dissensões, é importante praticar a reconciliação e o perdão. Colossenses 3:13-14 nos exorta a suportar e perdoar uns aos outros, revestindo-nos do amor, que é o vínculo da perfeição.

O Espírito Santo nos ajuda a cultivar atitudes de amor e compreensão, promovendo a paz e a unidade em nossos relacionamentos.

12. Facções

Facções, mencionadas em Gálatas 5:20, referem-se à formação de grupos ou partidos que causam divisões dentro da comunidade.

Essas divisões podem ser causadas por diferenças de doutrina, preferências pessoais ou disputas de poder. As facções são prejudiciais porque fragmentam o corpo de Cristo e enfraquecem a testemunha da igreja.

A Bíblia nos exorta a manter a unidade no corpo de Cristo. Em 1ª Coríntios 1:10, Paulo apela aos crentes para que todos falem a mesma coisa e que não haja divisões entre eles, mas que estejam perfeitamente unidos em mente e pensamento.

A unidade é um testemunho poderoso do amor de Deus e da obra redentora de Cristo.

Para evitar facções, é crucial promover a comunicação aberta e a compreensão mútua. Efésios 4:2-3 nos instrui a ser completamente humildes e gentis, sendo pacientes e suportando uns aos outros em amor.

A oração e a busca pela orientação do Espírito Santo são essenciais para manter a unidade e resolver conflitos de maneira amorosa e pacífica.

13. Invejas

A inveja, listada em Gálatas 5:21, é o ressentimento em relação ao que os outros possuem ou alcançam. Esse sentimento pode levar a atitudes e comportamentos destrutivos, comprometendo a saúde emocional e espiritual.

A inveja é contrária ao contentamento e à gratidão que Deus deseja para Seus filhos.

A Bíblia nos adverte contra a inveja e a cobiça. Em Tiago 3:16, lemos que onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males.

A inveja corrompe o coração e impede-nos de experimentar a verdadeira paz e alegria que vem de Deus.

Para superar a inveja, é necessário desenvolver uma atitude de gratidão e contentamento. Filipenses 4:11-13 nos ensina a estar contentes em todas as circunstâncias, confiando que Deus suprirá todas as nossas necessidades.

A oração e a meditação nas promessas de Deus ajudam a alinhar nosso coração com Sua vontade, eliminando sentimentos de inveja.

14. Bebedeiras

As bebedeiras, mencionadas em Gálatas 5:21, referem-se ao consumo de álcool, que leva à perda de controle e a comportamentos descontrolados.

A Bíblia condena a embriaguez, pois ela nos afasta da sobriedade e da santidade que Deus deseja para Seus filhos. Em Efésios 5:18, Paulo nos instrui a não nos embriagar com vinho, que leva à libertinagem, mas a sermos cheios do Espírito.

A embriaguez tem muitas consequências negativas, incluindo problemas de saúde, relacionamentos prejudicados e decisões imprudentes.

Além disso, a embriaguez impede-nos de viver de maneira consciente e responsável, conforme Deus nos chama a fazer. A sobriedade é uma virtude que permite que vivamos de acordo com a vontade de Deus.

Para evitar as bebedeiras, é importante praticar o autocontrole e buscar ajuda se necessário.

Provérbios 20:1 nos adverte que o vinho é zombador e a bebida forte é alvoroçadora; quem se deixa levar por eles não é sábio.

A oração, o apoio da comunidade de fé e a busca de orientação divina são essenciais para manter uma vida de sobriedade e santidade.

15. Orgia

As orgias, listadas em Gálatas 5:21, referem-se a festas e celebrações marcadas por excessos, especialmente em termos de comportamento sexual e consumo de álcool.

Tais práticas são contrárias à santidade e ao autocontrole que Deus requer de Seus filhos. A Bíblia nos chama a viver de maneira sóbria e piedosa, evitando os excessos e a depravação.

A participação em orgias e outros excessos pode levar a consequências graves, tanto físicas quanto espirituais.

Em Romanos 13:13, Paulo nos instrui a viver decentemente, como em pleno dia, não em orgias e bebedeiras, nem em imoralidade sexual e depravação, nem em dissensão e inveja.

Essas práticas não apenas prejudicam a nossa saúde, mas também comprometem nosso testemunho cristão.

Para evitar as orgias, é essencial cultivar uma vida de santidade e autocontrole. Gálatas 5:16 nos encoraja a viver pelo Espírito, e assim não satisfaremos os desejos da carne.

A oração, a leitura da Bíblia e a participação na comunidade de fé são fundamentais para manter um estilo de vida que honra a Deus e reflete Sua santidade.

16. E Coisas Semelhantes a Estas

Paulo, ao listar as obras da carne em Gálatas 5:19-21, conclui com a expressão “e coisas semelhantes a estas”, indicando que a lista não é exaustiva.

Isso inclui qualquer comportamento ou atitude que seja contrário à vontade de Deus e ao fruto do Espírito. A lista aberta alerta os crentes a permanecerem vigilantes contra todas as formas de pecado.

A Bíblia nos chama a examinar continuamente nosso coração e nossas ações. Em 2ª Coríntios 13:5, Paulo nos instrui a examinar-nos a nós mesmos para ver se estamos na fé.

Essa autoavaliação é crucial para identificar e evitar qualquer prática que desagrade a Deus, mesmo aquelas que não estão explicitamente mencionadas.

Para viver de acordo com a vontade de Deus, é essencial buscar uma vida guiada pelo Espírito Santo.

Romanos 8:13-14 nos ensina que, se vivermos segundo a carne, morreremos; mas, se pelo Espírito mortificarmos as obras do corpo, viveremos.

A entrega contínua a Deus e a busca por Sua orientação são fundamentais para uma vida de santidade e obediência.

Conclusão

A compreensão das obras da carne é fundamental para a vida cristã, pois nos alerta sobre os comportamentos e atitudes que nos afastam de Deus.

Paulo, em sua carta aos Gálatas, nos fornece uma lista detalhada dessas práticas, enfatizando a necessidade de viver pelo Espírito para não satisfazermos os desejos da carne.

A luta entre a carne e o Espírito é uma realidade constante, e a vitória nessa batalha depende de nossa entrega total a Deus e à Sua vontade.

Cada uma das obras da carne tem implicações sérias para nossa vida espiritual, emocional e relacional.

Desde a imoralidade sexual até as facções, essas práticas não apenas nos afastam de Deus, mas também destroem nossa paz e harmonia com os outros.

A Bíblia nos fornece instruções claras e princípios para evitar essas obras, destacando a importância do autocontrole, da humildade e da busca constante pela santidade.

Portanto, é crucial que, como cristãos, estejamos vigilantes e comprometidos em viver de acordo com o Espírito.

A oração, a leitura das Escrituras e a comunhão com outros crentes são ferramentas essenciais nessa jornada.

Ao nos rendermos ao Espírito Santo, podemos superar as obras da carne e viver uma vida que glorifica a Deus, refletindo Seu amor e Sua santidade em tudo o que fazemos.

Referências Bibliográficas

BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudos Almeida. Tradução de João Ferreira de Almeida. 2ª edição, São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.

CHAMPLIN, Russel N. Comentário Bíblico | Antigo Testamento Interpretado. São Paulo: Editora Hagnos, 2019.

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